Buraco Negro
Imagina um buraco negro, ridiculamente pequeno, um buraco sem fundo definido. Todo esse espaço infinitamente pequeno, infinitamente escuro é só por si um mundo, uma realidade, um passado, um presente e um futuro de alguém.
Um espaço onde ninguém encontra ninguém e muito menos é encontrado, uma escuridão permanente apenas quebrada por rasgos imaginativos, pinturas coloridas de novos mundos inatingíveis dos turbilhões negros do buraco sem fundo.
Quando alguém se recolhe nesse seu espaço pessoal inatingível e intransmissível, a impossibilidade atinge todos os que o rodeiam, que se pode fazer para chegar onde nunca ninguém chegou ou chegará? Como recuperar o que foi perdido? Como recuperar um mundo colorido de esperanças e alegria quando nada pode ajudar?
A solidão imensa, os sonhos desfeitos, as esperanças despedaçadas, os objectivos impossíveis nunca atingidos, envolvem num sossego ensurdecedor quem se deixou levar para a imensidão negra do seu buraco.
E sem haver uma certeza do que encontrar, sem ter um objectivo definido e realizável, sem ter uma mão à espera, sem ter o coração leve e livre das impossibilidades que nos arrastam para o desespero e esquecimento, sem certezas de tudo isto, ninguém sairá de onde se escondeu. Por maior que seja a escuridão nunca será igual a enfrentar o mundo de loucos e de loucuras que espera cá fora.
E nunca ninguém tem certezas. Têm medo de as ter e encontrar tudo ao contrário. Por isso é tão impossível, tão inatingível convencer alguém a sair do buraco negro. Há que convencer as pessoas a nunca entrar lá, não ceder ao desespero, aos problemas, às responsabilidades e objectivos inatingíveis. Não ceder ao esquecimento e solidão. Não ceder a um mundo diferente, escuro, escondido, irrisoriamente pequeno e que acaba invisível.
Porque, por muito que se sinta tudo o que nos faz arrastar para o nosso buraco negro, existem sempre estrelas que nos guiam e iluminam e não nos deixam perder nem desesperar no deserto confuso em que nos poderemos encontrar.
Buracos negros, solidão, fuga, desertos, confusão. E antes de tudo mais mãos amigas que não me vão deixar ceder.
Um espaço onde ninguém encontra ninguém e muito menos é encontrado, uma escuridão permanente apenas quebrada por rasgos imaginativos, pinturas coloridas de novos mundos inatingíveis dos turbilhões negros do buraco sem fundo.
Quando alguém se recolhe nesse seu espaço pessoal inatingível e intransmissível, a impossibilidade atinge todos os que o rodeiam, que se pode fazer para chegar onde nunca ninguém chegou ou chegará? Como recuperar o que foi perdido? Como recuperar um mundo colorido de esperanças e alegria quando nada pode ajudar?
A solidão imensa, os sonhos desfeitos, as esperanças despedaçadas, os objectivos impossíveis nunca atingidos, envolvem num sossego ensurdecedor quem se deixou levar para a imensidão negra do seu buraco.
E sem haver uma certeza do que encontrar, sem ter um objectivo definido e realizável, sem ter uma mão à espera, sem ter o coração leve e livre das impossibilidades que nos arrastam para o desespero e esquecimento, sem certezas de tudo isto, ninguém sairá de onde se escondeu. Por maior que seja a escuridão nunca será igual a enfrentar o mundo de loucos e de loucuras que espera cá fora.
E nunca ninguém tem certezas. Têm medo de as ter e encontrar tudo ao contrário. Por isso é tão impossível, tão inatingível convencer alguém a sair do buraco negro. Há que convencer as pessoas a nunca entrar lá, não ceder ao desespero, aos problemas, às responsabilidades e objectivos inatingíveis. Não ceder ao esquecimento e solidão. Não ceder a um mundo diferente, escuro, escondido, irrisoriamente pequeno e que acaba invisível.
Porque, por muito que se sinta tudo o que nos faz arrastar para o nosso buraco negro, existem sempre estrelas que nos guiam e iluminam e não nos deixam perder nem desesperar no deserto confuso em que nos poderemos encontrar.
Buracos negros, solidão, fuga, desertos, confusão. E antes de tudo mais mãos amigas que não me vão deixar ceder.


1 Comentários:
nao vamos ceder. juntas nao vamos ceder nunca. nao podemos nao é? nao podemos deixar.nos cair nesse buraco negro que parece kerer sugar.nos para dentro dele as vezes. n podemos e n keremos. e s isso acntecer... saltamos as duas pa fora dele.. juntas. bjinhs miga
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